Silenciosa a minha alma
Caminha sem destino
E vai encontrando pelo caminho
Outras almas sem rumo também
Umas buscam transformação
Outras não sabem para onde vão
Ou ao que vêm
Aqui e acolá vamos nos tocando
Numa aprendizagem constante
Uma atira-nos ao chão
Outra dá-nos a mão
E sempre caminhando
Á procura do que é importante.
Por vezes duas mãos se encontram
E enlaçam-se unidas
Como se já não tivessem perdidas
E formassem agora um par.
E desta união de força e vontade
De todas as falhas superar
Nasce a harmonia, a certeza
De outras mãos contagiar.
E de duas passam a quatro, oito, dez
Numa cadeia que cresce
Num despertar que amanhece
E que acorda o mundo
Para o sentimento profundo
De chegar até onde for
Sem nunca largarem as mãos
Cobertas de paz e amor…
Vamos construir um mundo melhor?
Encontra a “outra” mão
E pára de caminhar sozinho!
De mãos enlaçadas
O mundo deixa de ser pequenino
E num abraço gigante
Descobrimos o importante
Que é caminhar juntos no mesmo caminho
Sem ignorar que temos mãos diferentes
Mas que com elas largamos sementes
Que encherão o mundo de beleza
Tal a grandeza
Do Amor, da generosidade, da fraternidade,
Da alegria ou da sensibilidade, tanto faz
Das mãos sai o cultivo, da Terra sairá a Paz!
Querida amiga Gigi, escreveste o que se pode chamar o poema da fraternidade. Um verdadeiro alerta para que o mundo pule e avance...
ResponderEliminarMas dar as mãos está cada vez mais fora de moda... mas temos que inverter a situação...
Gostei imenso. O teu poema é magnífico.
Querida amiga, dou-te as mãos e desejo-te um boa semana.
Beijos.
Caminhar de mãos dadas como se o mundo assim pudesse ser salvo. Um belo poema!
ResponderEliminarBeijos.
Gigi, você me parece ser uma pessoal fantástica. Vi-te no "forum espírita" e entrei nesta página maravilhosa. Parabéns e tudo de bom.
ResponderEliminarEu também tenho uma página, não tão legal quanto a sua, mas é sempre feita com muito carinho...=)
http://wendelpoesia.blogspot.com/
Se quiser conferir, abração.
É urgente caminhar de mãos enlaçadas...
ResponderEliminarAbraço
Tu estás em mim como eu estive no berço
ResponderEliminarcomo a árvore sob a sua crosta
como o navio no fundo do mar
Mário Cesariny
Estou à espera de mais poemas, querida amiga.
ResponderEliminarBeijos.
amei essas poesias mas queria ta recebendo uma piscografia de meu irmao que se foi a 2 anos beijsusentre em meu kut caso vc consiga beijsus mari_noclima@hotmail.com
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