Sábado, 18 de Dezembro de 2010

A beleza que Deus me deu

É beleza que não se vê
não se sente
é beleza que é
e não mente
Não ocupa espaço
nem causa embaraço
nem espanto
nem paixão
É beleza que vem
da alma, do coração
É beleza sem tempo
sem prazo
sem fim
sem lamento
eterna dentro de mim
É beleza sem estrela
que chame atenção
É pérola escondida
sem ostentação
que só a mão atrevida
do ser sensível
percebe e segura
porque beleza assim
para sempre dura
sem transformação.

5 comentários:

  1. Belo poema, gostei muito.
    Desejo-te um Natal muito feliz, na companhia dos que mais amas.
    Beijos.

    ResponderEliminar
  2. Obrigada. feliz Natal para si também.

    ResponderEliminar
  3. Regina, por onde andas...?
    Está tudo bem contigo?
    Beijos.

    ResponderEliminar